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Título Original: Cress

Ano de Lançamento: 2015

Número de Páginas: 496

Editora: Rocco Jovem Leitores

Onde comprar: Cultura | Amazon | Saraiva




     Por onde eu começo a resenha desse livro? Antes de mais nada, saibam que eu sou louco por Crônicas Lunares. LOUCO mesmo. Quem acompanha o blog sentiu todos os meus feels nas resenhas de Cinder e Scarlet. Para mim, essa é uma das séries mais geniais que eu já tive o prazer de ler. Marissa Meyer simplesmente é uma das autoras mais criativas do mundo YA. Então se preparem para uma chuva de sentimentos bem fangirl.

     Vamos começar contando um pouco da história. O livro se inicia do ponto onde Scarlet terminou. Antes de a trama voltar a andar, somos apresentados à Cress, uma hacker lunar que vive em um satélite solto no espaço. A garota tem a função de descobrir a localização de Cinder, só que existe um porém, Cress não é a favor da rainha Levana o que acaba a levando à compactuar com os planos rebeldes de Cinder e seus amigos. Enquanto Cinder, Thorne, Scarlet e Lobo estão em fuga, as coisas em Pequim estão de mal a pior para Príncipe Kai que terá que se casar com Levana para selar um acordo de paz com Luna e conseguir o tão desejado antídoto para a letumose. Mas todos sabem que esse casamento é uma grande roubada e a única pessoa que pode salvar as coisas é a, até então, perdida rainha Selene.

     Falar sobre esse livro é bem difícil. Vocês não fazem ideia de o quanto eu estava ansioso para lê-lo. Eu havia ficado fascinado com os volumes iniciais e mal via a hora de tê-lo em mãos. Com as expectativas nas alturas, fui surpreendido ao tê-las superadas. Não conseguia acreditar que a genialidade de Meyer iria ser tão além. Para vocês terem ideia, com o decorrer dos livros, vão aparecendo mais protagonistas e, obviamente, núcleos paralelos e ela consegue conectá-los com uma maestria incrível, sem deixar nenhuma ponta solta, coisa que é rara na literatura atualmente.

     Começa com a junção de vários núcleos e personagens, mas os atrativos da série não param por aí. Em Cress é possível ver claramente um amadurecimento da história em termos políticos. De uma maneira brilhante, Marissa consegue metaforizar diversas críticas sociais e colocá-las de modo simbólico o que torna a trama ainda mais admirável. Além disso, Meyer consegue explorar mais o universo que criou e se aprofunda mais nos personagens nós tornando o mais próximo deles possível.

     Por falar em personagens, o que comentar de Cress, a estrela do livro? A lunar cascuda dominou meu coração com sua humildade e atitudes admiráveis. Mas não foi apenas Cress que roubou a cena, Cinder e Thorne arrasaram e mostraram que podem ser melhor ainda! A única pessoa em que senti falta foi a Levana, mas pelo jeito em que as coisas ficaram, com certeza ela terá uma presença imensa em Winter. Outra coisa que acho incrível é que Marissa Meyer constrói personagens femininas fortes mesmo com suas inseguranças, que mostra que qualquer menina, independente de sua posição na sociedade, pode ser sim uma heroína. E, gente, isso é lindo!

     Sobre os acontecimentos, gente do céu, que tanta reviravolta é essa? Mas o pior de tudo é que Marissa Meyer não tem pena de ninguém. Ela é impiedosa e faz as coisas sem nenhum pingo de receio. Então preparem os coraçõezinhos, porque ninguém está imune.

     Uma coisa que acho genial nessa série no geral é que, primeiro de tudo, é em terceira pessoa, ou seja, temos uma visão mais ampla sobre tudo o que está acontecendo. Mas o grande charme não é esse, mas sim o fato de que Marissa nos dá visão de todos os personagens da história e consegue reger e intricá-los divinamente bem. Sério, não é qualquer autor que consegue fazer isso.

     Ai, são tantos sentimentos, tantas coisas boas que Cress reserva à vocês que pra saber só vai lendo mesmo. Se Cinder e Scarlet tinham sido incríveis e inovadores, Cress vem para mostrar que uma sequência pode elevar ainda mais o nível de uma série.

     Com toda a certeza, Cress é a MELHOR continuação que eu já li em todos esses anos acompanhando sagas. Gente, vocês não fazem ideia do quão é incrível. Eu só consigo dizer que vocês precisam ler essa série. Não irão se arrepender. Crônicas Lunares já se tornou a minha saga favorita.

      LEIAM, LEIAM E LEIAM.


Título Original: Brilliance

Ano de Lançamento: 2015

Número de Páginas: 473

Editora: Galera Record

Onde comprar: Cultura | Amazon | Saraiva




     Olá gente, como vocês estão? Hoje eu vim aqui indicar para vocês um livro que li recentemente e que se tornou um dos meus favoritos do ano: Brilhantes.

     Meu primeiro contato com a obra foi no Mochilão da Record, onde eles falaram dos lançamentos etc., e quando ouvi sobre a história, fiquei mega curioso para ler. O livro tem tudo que eu gosto: conspiração, jogo político e ação. Mas bem, sobre o que realmente se trata Brilhantes?

     A partir de 1980, várias crianças com habilidades especiais começam à aparecer e com o decorrer do tempo, mais e mais pessoas vão aparecendo com esses "poderes". Chegamos em 2013 e o mundo já está "acostumado" com a presença desses cidadãos dotados de habilidades. Só que uma guerra civil está prestes à eclodir devido a um grande ataque terrorista provindo de um brilhante (nome que essas pessoas "diferentes" recebem). Para combater esse tipo de situação, os Estados Unidos criou uma organização chamada DAR e aí é que entra o nosso protagonista: Nick Cooper, um brilhante que caça brilhantes. Só que em uma estratégia para pegar os verdadeiros culpados pela morte de tanta gente inocente, Cooper entra numa jornada que nem ele mesmo esperava que fosse ser tão perigosa...

     Bem, se vocês quiserem saber mais, leiam o livro! Hahaha
Mas agora, vamos para a resenha.

     Tudo que envolva grandes jornadas, batalha entre o bem e o mal, ação e política me atrai de uma maneira inexplicável. Quando eu peguei Brilhantes para ler, não esperava que fosse ser um livro tão profundo em questões filosóficas e até mesmo políticas. Pensei que fosse apenas mais uma ficção científica oca repleta de tiros e cenas de ação. Porém, a história escrita por Sakey vai além. Pega temas atuais como terrorismo e preconceito contra raça e o trabalha com uma maestria incrível. Ele mostra ao leitor diversas coisas que existem no mundo de hoje e que são, muitas vezes, banalizadas pela população. E gente, é preciso abrirmos os olhos para o que está acontecendo ao nosso redor, então achei belíssima a crítica que o autor fez. Nada me satisfaz mais do que um livro passar uma mensagem e alertar quem o lê. Pontos muitos altos para Sakey, por favor!

     Os personagens são bem construídos e muito bem conectados com a história, o que é uma coisa que eu adoro ao ler. Mas não para por aí... Encontramos um elenco adulto e maduro, ou seja, nada de dilemas e todo aquele mimimi que estamos acostumados. E, aliás, uma coisa que eu quero ressaltar aqui é que a história é vendida como YA, mas, COM CERTEZA, não é um YA. É um livro adulto, com temas pesados e com cenas fortes, PORÉM, não existe nada que impeça algum leitor mais novo de se aventurar. É até bom que adolescentes (como eu) leiam esse tipo de coisa porque influenciar a pensar sobre temas recorrentes e importantes na nossa sociedade. Ou seja, jovem, adulto, idoso pode ler Brilhantes sem medo!

     A narrativa de Marcus Sakey é, literalmente, brilhante. O cara soube conduzir perfeitamente todos os momentos do livro. Todos os acontecimentos foram muito bem divididos fazendo com que as páginas não ficassem monótonas. E isso é muito bom!

     Se me pedissem pra resumir o que eu achei de Brilhantes, eu diria: Fantástico e eletrizante, esse livro merece ser lido!
     Olá pessoas, hoje teve vídeo no canal do SORTEIO de Natal que está rolando lá no canal. Não deixem de conferir clicando na foto ou aqui, deixar o seu like, comentar e se inscrever no canal. :)


Título original: I am number four

Editora: Intrínseca

Número de páginas: 352

Ano de Lançamento: 2011

Onde comprar: Cultura | Saraiva | Amazon




     Eu Sou o Número Quatro é o primeiro livro da série Os Legados de Lorien.

     John é um alienígena que veio para a terra obrigado, pois seu planeta foi invadido. A salvação do planeta foi depositada em nove jovens, sendo John um deles. Foi colocado uma magia neles e só podem morrer em ordem dos números. Nosso querido protagonista, como já diz no título, é o número quatro. John e seu mentor vivem em mudanças constantes por causa das criaturas que estão atrás dos nove para acabar com as chances de salvarem o planeta. Para piorar toda a situação, mataram os três primeiros jovens e agora é a vez do número quatro, é a vez de John.

     Com a proposta de uma mitologia rica de detalhes, o livro deixa um pouco a desejar nesse ponto. Espera-se várias explicações desse mundo, detalhes sobre ele, mas deixa um pouco fora de cena. Mas esse foi apenas o começo da história e esqueceram completamente a mitologia no meio do livro. Fica apenas focado no romance e na relação de John com seus novos colegas.

     Apesar disso, admito que comecei não gostando muito do romance de John, mas foi algo que foi me conquistando ao longo da narrativa, não foi algo forçado, foi acontecendo naturalmente. O que acabou me fazendo gostar mais deles dois, mostrando que o autor soube criar bem as situações. Acho que a maior decepção do livro foi porque se esperava mais ação e menos relacionamentos entre amigos, mas depois que se aceita o fato de ser esse o foco, o livro pega o ritmo e fica bom novamente.

     Como vai descobrindo ao longo do livro, esses alienígenas têm poderes, e os poderes vão aparecendo conforme o tempo passar, ou seja, vão se despertando. Foi um dos motivos de o livro ter sido melhor, pois como John vai ganhando seus poderes com o tempo, fica um ar de mistério e você fica com vontade de saber qual será e o que ele vai poder fazer com os poderes. Já pra metade do livro, o suspense e o mistério vão ficando maiores, assim como sua vontade de saber o que acontece.

     Apesar de eu estar bastante animado com o livro, o final / a batalha que teve, não me agradou muito. Aconteceu tudo de uma vez, não teve uma explicação muito boa para o que foi acontecendo, apenas aconteceu e acabou, parece que o autor não tinha uma solução para aquilo tudo e resolveu simplesmente acabar com tudo, foi mal construído na minha opinião.

     Essa foi apenas a batalha que aconteceu, porém o final mesmo do livro, depois do clímax foi algo bastante surpreendente, te deixou com lágrimas, te deixou com ansiedade e claro o que não podia faltar, um gancho para o próximo livro, te deixando agoniado para ler o próximo. Resumindo, foi um livro bom, com suas partes paradas e suas partes com ação, não foi aquilo que eu esperava mas foi o suficiente para gostar bastante da história e dos seus personagens. Agora só resta saber o que vai acontecer nos próximos.


Título Original: A Court of Thorns and Roses

Editora: Galera Record

Número de Páginas: 430

Ano de Lançamento: 2015

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     Oi gente, tudo bem? Hoje eu vim aqui falar sobre um dos livros que eu mais esperei durante 2015: Corte de Espinhos e Rosas da Sarah J Maas.

     Quem acompanha o blog sabe o quanto eu sou louco pela série Trono de Vidro e quando vi que o novo livro da Sarah seria trazido para o Brasil eu mal pude conter minha ansiedade para lê-lo. Eu adoro histórias com um pano de fundo medieval e que envolvam magia e tudo que uma boa fantasia tem. E as duas séries da Sarah têm todos esses ingredientes maravilhosos e que me fizeram tornar fã dessa autora incrível.

     Mas enfim, deixa eu falar mais um pouco sobre o que se trata Corte de Espinhos e Rosas.

     Em terras muito distantes, os feéricos travaram diversas batalhas com humanos, o que acabou acarretando o domínio do povo feérico sobre terras que pertenciam aos humanos. E aí vamos conhecer Feyre, uma humana que tem que caçar para sustentar seu pai que tem uma perna quebrada e sua duas irmãs mais velhas que não sabem fazer nada devido à uma promessa que fez para a sua mãe em seu leito de morte. Certo dia, nos limites da floresta onde caça, Feyre acaba matando um lobo. Só que, para a sua infelicidade, era um feérico. Logo depois, Tamlin, um feérico acaba indo em sua casa e a reivindica devido ao tratado entre feéricos e humanos, com isso, a leva para uma das cortes do mundo feérico...

     Quando eu peguei para ler, eu estava ansioso. Precisava de alguma fantasia de extrema qualidade para suprir o vazio que Trono de Vidro deixou ao entrar nesse hiatus de lançamento entre um livro e outro. Nada melhor do que uma história da mesma autora só que em outro mundo. Ao começar a leitura, comecei sentir aquela magia de um novo ambiente mágico nascendo aos meus olhos. Aquela narrativa gostosa que só a Sarah sabe escrever. Gostei de conhecer os costumes, as lendas e tudo mais.

     Porém, nem tudo são flores.

     A história é legal, a narrativa é ótima e os personagens são incríveis mas, infelizmente, Maas pecou em diversos aspectos nesse livro. Começando com a lentidão dos acontecimentos e com a exploração do mundo criado. Foram mais de duzentas e cinquenta páginas apenas descrevendo coisas cotidianas etc, e em minha humilde opinião, ela deveria ter antecipado coisas que acontecem no final para que o clímax e as partes legais não ficassem corridas como ficaram.

     Fiquei bem decepcionado com o fato de a Sarah recorrer à esse recurso. Além de demorar para fazer as coisas engrenarem, ela ainda decidiu explicar o universo criado ao mesmo tempo que jogava cenas de ação, o que acaba criando uma verdadeira confusão na mente de quem lê.

     Mas não se assustem, tudo acaba bem no final e dá pra entender e aproveitar tudinho. Sem contar que quando a história deslancha pra valer, é preciso ter força porque, infelizmente, o segundo livro ainda não saiu nem nos Estados Unidos. Quando a história dá um giro de 180° graus, vai ser difícil você querer parar de ler. Eu fiquei fascinado com tudo o que aconteceu porque eu não esperava que fosse acontecer e essa surpresa foi INCRÍVEL.

     Em contra-partida à lentidão dos acontecimentos, os personagens deram um show. Sério. Sarah J Maas arrasou ao criar um elenco tão carismático e único. Mocinhos e vilões de uma maneira que jamais eu vi nos livros de fantasia YA. Agora o espetáculo do livro, além da história da maravilhosa foi Feyre. Genteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, que protagonista é essa? Vocês não fazem ideia do quão incrível ela é. Sem firulas, ela toma a frente da situação e mostra que não precisa de homem algum para salva-la. Ela é sensacional. Sou a favor de uma literatura com mais protagonistas como a Feyre!

     Além disso, eu amei o romance principal e a forma como ele foi desenvolvido. Para vocês terem uma noção, nesse primeiro livro eu já estava sofrendo pelo casal. Sarah J Maas sabe como mexer comigo, isso não é novidade. rsrs

     Para terminar, eu gostaria de dizer que Corte de Espinhos e Rosas é um livro que deve ser lido tanto por fãs de Trono de Vidro quanto por pessoas que ainda não conhecem as obras da Sarah.

     Não tenho nem dúvidas que a continuação promete altas emoções e uma evolução gradativa na história. Mal vejo a hora de tê-la em minhas mãos!

     Vou dizer a mesma coisa que falei na resenha de Trono de Vidro: isso foi apenas a entrada, o prato principal está por vir. E esse prato se chama Corte de Névoa e Fúria.





Título Original: Bird Box

Editora: Intrínseca

Número de Páginas: 272

Ano de Lançamento: 2015

Onde Comprar: Cultura | Amazon | Saraiva




      Olá gente, como vocês estão? Hoje eu vim aqui conversar com vocês sobre Caixa de Pássaros, um dos grandes lançamentos da Intrínseca em 2015.

      Antes de mais nada, vamos falar um pouco sobre a história.

      O livro narra o mundo em um futuro não tão distante onde as pessoas não podem mais sair de casa devido à alguma coisa que se uma pessoa vê, acaba a deixando louca e levando à sua morte. Nesse cenário catastrófico, todas as casas são vedadas para que esse ser que deixa as pessoas loucas entre e, devido a esse medo, as pessoas quando saem ao ar livre usam algo para tapar os olhos. Ninguém sabe como surgiu ou o que é isso que causa tanto pavor na população.
E no meio de todo esse caos, temos Malorie, uma mulher que cria duas crianças. Certo dia, Malorie toma uma decisão corajosa que será preciso ter muita coragem para enfrentar o mundo que agora é desconhecido...

      Gente, vocês já tiveram aquela sensação de que está faltando algo? Bem, foi assim que me senti com Caixa de Pássaros. Eu tinha vontade de ler e tudo mais, mas sempre adiava, só que devido ao Clube de Leitura da Intrínseca, onde o livro do mês foi esse, eu acabei tendo que ler. Não que isso seja algo ruim, pelo contrário, adorei a oportunidade de lê-lo. Enfim, quem acompanha a blogsfera, deve ter visto a enxurrada de comentários positivos sobre a obra de Malerman. E, claro, eu esperava gostar tanto quanto os blogueiros que acompanho. Só que não foi bem assim...

     Quando comecei a ler, estava me preparando para ficar apreensivo, com medo, assustado e agoniado, mas não foi isso que aconteceu. Ao passar as páginas, aquele clima de normalidade continuou e, sério, eu queria muito ficar apavorado, ter pesadelos etc., mas eu não senti quase nada durante a leitura. Houve poucos momentos em que eu fiquei um pouco sufocado, mas eu esperava essa sensação durante TODA a leitura. Mas enfim, mesmo com esses probleminhas, o que me fez continuar a ler foi a dúvida sobre o que era isso que as pessoas viam e as deixavam loucas. Com certeza Malerman prende o leitor pela curiosidade.

     Uma coisa que eu achei bem mediana no livro foram os personagens. Eu não consegui me conectar com nenhum, o que é bem decepcionante pois quando eu leio uma história, gosto de sentir algum sentimento por alguém presente ali. As coisas aconteciam e eu ficava ok, ok, ok. E eu não gosto disso. É meio frustrante, sabe?

      A conclusão que eu tive ao terminar a leitura, foi que Caixa de Pássaros funcionaria muito bem como filme. Eu achei a obra algo que seria melhor visualmente, que deixaria muito telespectadores apreensivos e curiosos pois junto de todo o clima tenso do livro, teria uma trilha sonora e, creio eu, que um filme, por ser algo que vemos, causa uma maior comoção. Eu super apoio uma adaptação cinematográfica!!

     Apesar dos problemas, eu gostei bastante do jogo psicológico que Josh Malerman criou. A desconfiança entre os personagens e tudo mais. Para mim, isso foi o ponto mais alto do livro. Outra coisa que me agradou foi o final. Gostei do clímax e da forma como tudo acabou, só não gostei do fato de que Josh Malerman simplesmente não respondeu as perguntas que jogou durante as 272 páginas. E sério, isso me causa um desconforto imenso! Eu me pergunto o motivo desses autores quererem criar coisas mirabolantes se não as sabem responder. Sério. Dá raiva. Mas enfim...

     Eu recomendo para quem curte o gênero Survive. É um livro bom, nada além disso. Se você procura um bom passatempo para uma noite de tédio, Caixa de Pássaros é a pedida!
     Oi gente, hoje eu vim aqui conversar com vocês sobre uma trilogia que eu curto muito: Mara Dyer.

     Bem, na verdade, como já diz o título do post, vim aqui falar porque você deve ler Mara Dyer. Vamos lá?

A trilogia é composta por:

  1. A Desconstrução de Mara Dyer
  2. A Evolução de Mara Dyer
  3. A Retribuição de Mara Dyer
     O primeiro livro conta a história de Mara, uma garota que certo dia está com os seus amigos e para se divertirem, pegam um tabuleiro Ouija. Até aí, tudo bem, só que seis meses depois, todos que jogaram no tabuleiro morrem, menos Mara que se acorda desnorteada em um hospital e louca por respostas sobre o que aconteceu.

     Quando eu vi A Desconstrução de Mara Dyer, fiquei abismado pois nunca havia lido algo assim. Gente, vocês pegam o livro para folhear e se deparam com um início de dar medo na alma. A narração é feita de uma maneira tensa que lembra aqueles filmes de terror bem aterrorizantes. E é com isso que Michelle Hodkin atrai leitores para a jornada de Mara. 
  • É muito, MUITO, mas muito difícil você se deparar com um livro YA com temática terror. Ou seja, o mercado fica necessitado desse gênero e, bem, Mara Dyer é a única escolha. Mas isso não é ruim! A trilogia tem uma qualidade inquestionável. E ainda bem que ela é a "mais famosa", pois merece. (E ainda acho que precisa de mais reconhecimento rsrs)
  • A narrativa de Hodkin é incrivelmente fascinante e assustadora. Fascinante porque ela consegue transportar todo aquele clima sombrio e tenso da história para o leitor. Assustadora devido às diversas situações que ela cria, como por exemplo, envolver uma boneca MUITO tensa no meio do enredo. (EU MORRO DE PAVOR DE BONECAS! E A NARRAÇÃO DA MARA ME DEIXAVA MUITO ASSUSTADO!)
  • A autora mexe muito com a psique da protagonista, o que nos deixa na dúvida para saber se o que está acontecendo é real ou apenas delírio de Mara. Esse jogo psicológico é incrível e muito bem desenvolvido por Hodkin. Eu, pelo menos, nunca li algo nesse estilo. E toda essa brincadeira de saber se o que tá rolando é verdade foi o que mais me prendeu na história. 
  • Os personagens, principalmente o Noah, são muito bem construídos e desenvolvidos. Apesar de o romance de Noah e Mara ser um pouco rápido demais, a gente releva devido aos outros pontos positivos na história.
  • E o melhor de tudo: os 3 livros componentes da série já foram lançados no Brasil pela Galera Record.
     Infelizmente, eu tenho algumas ressalvas negativas sobre o terceiro livro da trilogia, mas não é nada que impeça vocês de adentrarem no atormentado mundo de Mara. Prometo à vocês que, no geral, a série vale muito a pena. É uma boa pedida para se ler nas férias. E para os mais fracos, recomendo que não leiam pela noite...

Enfim, galera, espero que tenham curtido a indicação. 




     Olá, galera linda! Como vocês estão? Hoje eu vim aqui fazer um post que passei o ano todo desejando fazer. Os indicados para o Meu Oscar Literário. E bem, eu separei as categorias por livros que li durante todo esse ano de 2015. Vamos lá conhecer os indicados?

Melhor Livro Solo do Ano


Melhor Livro Inicial do Ano


Melhor Livro Final do Ano


Melhor Sequência do Ano


Melhor Suspense do Ano


Melhor Romance do Ano


Melhor Fantasia do Ano


Melhor Drama do Ano


Melhor Ficção Científica do Ano


Melhor Protagonista do Ano

  1. Celaena Sardothien (Trono de Vidro)
  2. Jake Epping (Novembro de 63)
  3. Selvagem (Admirável Mundo Novo)
Melhor Autor(a) do Ano


  1. Marissa Meyer (Crônicas Lunares)
  2. Jennifer Niven (Por Lugares Incríveis)
  3. George Orwell (1984)
Melhor Capa do Ano


     Ufa! Foi difícil escolher os selecionados, mas consegui! Eu irei postar o resultado no final do mês. Mas, e aí, para vocês, quem é que ganha em cada categoria? Deixem nos comentários! Beijos e até a próxima.
     Olá pessoas, hoje teve vídeo no canal da resenha de "A Voz do Arqueiro", escrito pela Mia Sheridan, lançado pela arqueiro. Não deixem de conferir clicando na foto ou aqui, deixar o seu like, comentar e se inscrever no canal. :)


     Olá pessoas, hoje teve vídeo no canal da resenha de "O Reino das Vozes que Não se Calam", escrito pela Carolina Munhóz e pela Sophia Abrahão, lançado pela fantástica rocco. Não deixem de conferir clicando na foto ou aqui, deixar o seu like, comentar e se inscrever no canal. :)