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Título Original: The Rules Of Thoughts

Editora: V&R

Número de Páginas: 312

Ano de Lançamento: 2015

Onde comprar: Cultura | Amazon | Saraiva




     Regras do Jogo é o segundo volume da trilogia Doutrina da Morte, escrita por James Dashner.

     Depois de descobrir que na verdade é um Tangente, todo o mundo de Michael virou de cabeça para baixo. Agora, o garoto têm problemas que transcedem o VirtNet. No corpo de uma pessoa desconhecida, Michael se vê no papel de tentar descobrir quais são os planos de Kaine, mas ele precisa ser rápido pois o maléfico plano da Doutrina da Morte já está sendo implantado...

     Socorro! Eu estou pagando a língua com essa série por tudo que eu falei mal do James Dashner em Maze Runner! Mas gente, é o seguinte, a história do Thomas e de todo aquele mundo apocalíptico não me convenceu nem um pouco. Os três livros de Maze Runner, ao meu ver, foram mal elaborados, maçantes e incoerentes, o que acabou gerando meu descontentamento e até raiva por ter perdido meu tempo lendo aquelas coisas infundadas. Mas enfim, eu sou teimoso e acredito que as pessoas merecem uma segunda chance de reconciliação e bem, eu dei a segunda oportunidade ao Dashner e ele conseguiu me arrebatar com A Doutrina da Morte. O primeiro livro da série, foi ótimo! Eu fiquei: nossa, Dashner, tu demorou pra me conquistar mas quando conquistou me pegou de vez. 

     Antes de começar a ler Regras do Jogo, eu tinha medo de o autor fazer uma cagada como fez em sua série anterior. De se perder na história e acabar destruindo toda a maravilha que foi o primeiro volume, mas TCHARAMMMM... A sequência se mostrou tão competente quanto o seu antecessor e ainda me fez ficar mais curioso para saber o que irá acontecer. (E eu espero, do fundo do meu coração, que o senhor James Dashner consiga responder todas as perguntas que ele está jogando ao longo da história.) 

      Enquanto em Jogo Infinito, estávamos submersos na realidade virtual em que as pessoas dessa nova sociedade passam a maior parte do tempo, em Regras do Jogo embarcamos em uma odisseia entre mundo real e a realidade virtual. Em ambos, o clima é tenso, pois Kaine é uma ameaça tanto dentro do VirtNet quanto fora dele. E nesse jornada para destruir um Tangente que deseja dominar o mundo, Michael e os seus amigos terão de descobrir em quem realmente devem confiar. 

      O livro possui muitas, mas muitas cenas de ações, o que deixa o leitor vidrado. Mas além disso, traz grandes dúvidas sobre o que realmente é a Doutrina da Morte e o quão sério é esse plano ambicioso. Os personagens, devido à tudo que está acontecendo, apresentaram uma evolução, o que me fez gostar ainda mais deles. A posição desses garotos à situação em que estão vivendo, é admirável! 
Enfim, eu gostei bastante dessa continuação e espero que sua sequência faça jus à todo o bom trabalho que Dashner deixou nos dois primeiros tomos. Recomendo fortemente para quem gosta de grandes jornadas que envolvam planos, mistérios e segredos. Também é um prato cheio para quem curte ficção-científica e vídeo-game.

 É impressionante, ágil e, claro, alucinante.


Título Original: The Eyes of Mind

Editora: V&R

Número de Páginas: 300

Ano de Lançamento: 2014

Onde comprar: Cultura | Saraiva | Amazon




    Jogo Infinito é o primeiro volume da série Doutrina da Morte, escrita por James Dashner.

    Michael é um gamer e, como todo gamer, passa a maior parte de seu tempo no VirtNet (um jogo de realidade virtual). A maior parte da população usa seu tempo livre nele. É como um The Sims, só que o mais real possível.
Certo dia, o garoto acaba tendo que salvar uma garota em uma missão, mas da tudo errado e a menina se mata. Com a sua morte, ela deixa uma mensagem que vai mudar completamente a história de Michael, dos jogadores do VirtNet e da humanidade.

     Estou pagando por cada palavra que falei de Maze Runner. Para quem não sabe, Jogo Infinito é do mesmo autor da saga dos Clareanos e, bem, eu não tive um contato muito amigável com o autor na primeira vez. Porém, o primeiro volume de Doutrina da Morte me surpreendeu BASTANTE!
Enfim, vamos para a resenha.

     Eu comecei este livro sem expectativa alguma e já estava pronto para o pior: decepção. Eis que me deparo com uma trama incrivelmente bem elaborada e escrita. De início é meio confuso, mas com o decorrer das páginas, as coisas vão sendo postas no eixo.

      Dashner apresentou uma grande jornada logo nos primeiros capítulos e fui fisgado pelo grande mistério que começa a assolar a vida de Michael e seus amigos. Logo após, James apresenta o leitor o plot da série. Logo o empurra para a missão à ser cumprida.
Resultado: muita ansiedade, desespero e, logicamente, angústia.

       Neste livro, James Dashner não tentou criar muitos mistérios e decidiu focar na aventura dos personagens, o que eu achei bacana, pois em Maze Runner, Dashner acabou se perdendo legal. Então não se preocupem de acabar havendo contradições no decorrer DESTE tomo.

      Eu achei muito legal o desenvolvimento.Tanto o desenvolvimento dos personagens quanto da trama. Sobre os personagens: ao meu ver, foram planejados de uma forma que cada um tivesse destaque e não acabasse focando apenas em um. E eu simplesmente achei o vilão fantástico e bem macabro.
Já sobre a trama: para mim, foi bem elaborada, não envolveu muitos mistérios e, se tudo der certo (espero que dê), vou ter respostas ao final da jornada de Michael. E o modo com as revelações foram sendo dadas foi ótimo. Além de tudo isto, o gancho deixado foi estupendo.

     O único problema que tive foi com a ambientação da história. Não sabemos o que aconteceu para ter tantos avanços tecnológicos e nem nos é explicado o motivo de todas as pessoas estarem submersas no VirtNet. A impressão que deixou era que eu não estava em uma distopia.Parecia que eu estava no mundo atual. Vai entender...
Esse foi o único deslize cometido por Dashner. Porém, dá para relevar.

     Enfim, indico MUITOOOOOOOOOOOOOOOOOO Jogo Infinito. É impressionante, ágil e, claro, alucinante. Se você tiver oportunidade de lê-lo, leia. Não irá se arrepender.