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Título Original: Day 21

Ano de Lançamento: 2015

Número de Páginas: 288

Editora: Galera Record

Onde comprar: Cultura | Amazon | Saraiva




     Olá galera, como vocês estão? Hoje iremos conversar sobre Dia 21, o segundo volume da série The 100, que inspirou a série homônima do canal CW.

     Já fazem vinte e um dias que os cem chegaram à terra e as coisas não são lá as melhores. Após um ataque que acabou levando a morte de um dos cem, os jovens que vieram do espaço descobrem que não há apenas eles na terra. Numa busca por respostas, Clarke, Bellamy e Wells vão acabar descobrindo que as coisas podem piorar bastante...

     Bem, Dia 21 começa quase exatamente onde The 100 parou. Acompanhamos os dramas vividos por esses jovens que estão começando a descobrir o mundo e tudo mais. Claro que, com o confinamento, há conflitos e tudo mais, sendo que não é nada que influencie muito na trama principal. O foco de Dia 21 é sobre quem são os sobreviventes e sobre onde está Octavia, a irmã de Bellamy. O livro se resume em isso.

     Para quem não sabe, há uma série de tv que é baseada nesses livros. Ela se chama The 100 e, aqui no Brasil, é exibida pela MTV às segundas (se não me engano). Eu acompanho a série televisiva e, bem, posso falar para vocês que é bem melhor que os livros, por incrível que pareça. Quem acompanha o blog sabe que eu não gostei muito do primeiro livro e, ainda bem, que a sua continuação melhorou um pouco.

     Mas agora o motivo de eu achar o seriado melhor que os livros é o simples motivo de que a história é muito mais explorada na adaptação, ao contrário da obra de Morgan. Se Kass Morgan tivesse se esforçado um pouco mais, poderia ter escrito uma trama incrível, contextualizada e marcante. Porém, a impressão que eu tenho é que ela quis ficar apenas no básico e não permitiu expandir os seus horizontes. Agora o seriado foi fundo e explorou diversas vertentes desse mundo devastado e era exatamente isso que eu queria ver num livro como The 100, exploração de um local que passou por diversos fenômenos que o destruíram. E aí entra outro problema dos livros: a descrição do cenário em que a história se passa. Eu sei que uma coisa descritiva demais é uó, mas também não vamos esquecer de dar pelo menos uma descrição básica para o leitor se situar.

     Uma das coisas que me fizeram achar Dia 21 melhor do que o seu anterior, foi o aprofundamento nos personagens. Quem acompanha o blog, sabe que na minha resenha de The 100 eu tinha mencionado que havia achado os personagens fracos etc. Ainda bem que isso mudou em Dia 21. Gostei bastante de ver as relações se formando e ir descobrindo um pouco do passado dos personagens. Essas coisas, com certeza, foram os pontos altos do livro.

     Dia 21 é uma sequência que apresentou uma evolução em comparação ao seu tomo anterior e acho que merece uma chance, apesar de não ser a série mais genial que vocês irão ler. Mas pode ser um passatempo agradável.



     Ok, essa série não dá descanso para ninguém e no quinto episódio, não poderia ser diferente. Nesse episódio, o romance está começando a tomar conta e o início se baseia na relação da Clarke com o Finn. Mas como vimos nos episódios anteriores, Finn esconde um segredo. Ele tem uma namorada que vive na Arca e está vindo para a Terra e ninguém sabe disso.

     O clima vai ficando cada vez mais tenso entre Clarke, Raven e Finn. Raven não sabe de nada que aconteceu entre eles dois, mas Clarke está sendo obrigada a ver o romance entre Raven e Finn. Fiquei imaginando como deve ser horrível saber que uma pessoa que era comprometida com outra, resolve ter um caso com você e você não sabe de nada. Realmente, é uma barra bem pesada.


     Por falar em barra pesada, a Arca está indo de mal a pior, como Abby não conseguiu comprovar que os 100 estavam vivos, começaram o projeto de redução de oxigênio. Traição, rebelião e compaixão são uns dos muitos sentimentos e atos que são passados pelo turbilhão de emoções que é esse plano.

     Sacrifícios que são feitos te deixam cada vez mais sentimental com essa série. É muito pesado ver o que está acontecendo na Arca e as atitudes honradas que são tomadas pelas pessoas, te deixam espantado, apesar dos motivos serem os mais nobres.


     No sexto episódio, Finn está cada vez mais dividido e precisa escolher quem quer. Você consegue perceber o que ele quer, mas não quer magoar a outra pessoa. Sendo que uma hora vai acabar magoando as duas.

     Uma coisa que estou reparando bastante na série em geral é o que move ela toda. É o sentimento, todas as ações tem uma explicação, que é causado por algum sentimento. Todos atos, histórias, tudo mesmo, tem um fundo de sentimento naquilo, mostrando que não personagens rasos, e sim personagens muito bem elaborados.

     Os flashbacks dessa vez tomam conta das memórias de outra pessoa, a memória do Bellamy. Sua memória de sua irmã nascendo e tudo o que ele fez para manter a irmã a salvo e fora de perigo. Fora isso, nos conta também como conseguiu entrar na nave, e quem realmente é o traidor que está na Arca.


     Estou começando a desconfiar com esses flashbacks que existe muito mais coisa para contar na Terra do que na Arca e essas memórias estão servindo para balancear e colocar as coisas em sua ordem. Porque se pararmos para pensar, não tem mais muito o que acontecer na arca, então essas memórias são para contar tudo o que está acontecendo na Terra.

     Os terra-firmes finalmente apareceram, mas ainda não foi explicado a origem deles, de onde vieram e essas coisas. Mas segundo o que apareceu, comecei a criar a teoria de que existem dois grupos, um que quer matar os 100 e um outro que aparenta ser de uma pessoa só que quer ajuda-los. O final é um tanto comovente, com uma briga entre os irmãos e uma disputa de valores, que é claro acaba machucando alguém.


Bom para se ler quando a série entrar hiatus e matar um pouco da saudade.


Título Original: The 100

Editora: Galera Record

Número de Páginas: 288

Ano de Lançamento: 2014

Onde comprar: Cultura / Saraiva / Amazon








    The 100 é o primeiro volume da trilogia de mesmo nome. Tem a autoria de Kass Morgan.

     Depois de várias guerras, a terra ficou inabitável. Sendo assim, uma parte da população foi viver em uma gigantesca nave no espaço, chamada de Colônia. Dentro deste novo "mundo" existem vários jovens que estão presos por cometer delitos, porém, em um projeto ambicioso da Colônia, cem delinquentes serão enviados de volta à Terra para habitá-la ou tentar ao menos.

     Hum... ok. The 100, para quem não sabe, também é uma série de TV lançada pelo canal The CW. Bem, eu gosto bastante do seriado e lógico que logo iria querer saber um pouco mais da obra que originou a série. E, enfim, vamos lá saber o que eu achei sobre o livro de estreia de Kass Morgan.

     A história em si é boa, porém os deslizes são grandes. Começando com a falta riqueza de características dos personagens e do cenário. Totalmente escasso de detalhes, fica difícil se situar no mundo vivido por Clarke, Bellamy e cia. Pelo menos para mim, a descrição é algo importante para tornar a leitura mais agradável. (Gente, até agora não sei como é o Bellamy e o Wells. SOS)

     Passando por isto, me deparei com outra coisa que não me agradou: em 280 páginas não temos um momento de ação e aquela coisa de OMG.
Na verdade, na última página temos uma tentativa, falha, de causar aquele espanto e desespero, mas ficou uma coisa tipo "Sério? Acredita que eu não sabia!".
O livro se torna até meio arrastado por causa desse fator.

      Os personagens, ao meu ver, não possuem nada, tipo, nada de interessante. Não são aqueles que te faz suspirar ou até mesmo sentir orgulho. Eles mais parecem com secundários apagados. Particularmente, eu os achei bem fracos, sem características próprias e sem grandes atrativos.
A escrita de Morgan é a mais simples possível, sem grandes novidades ou algum diferencial.

      Enfim, The 100 é um livro razoável. Bom para se ler quando a série entrar hiatus e matar um pouco da saudade. Espero que o segundo volume consiga suprir e ser melhor do que este. Que venha os grounders!



     O episódio três foi feito para acabar com o coração de todos. Toda a questão dos terra-firmes foi deixada um pouco de lado. Agora que o Jasper foi recuperado, precisam cuidar dele para que ele não morra. Com isso, começa a busca pelo medicamento certo.

     Com Finn no acampamento, todos começam a ficar com medo do que os espera na floresta. A tensão fica muito alta, pois agora todos querem mata-lo. Pois acham que com os gritos de dor dele, os terra-firmes se aproximaram.

     As cenas que se passam na Arca foram apenas flashbacks do que aconteceu com o pai da Clarke. Sentimentos são colocados em jogo e situações de tirar o fôlego também. Algumas questões que considerávamos a verdadeiras, podem não ser tão verdadeiras assim.


     Um personagem em questão, que eu acho que todos odeiam, começou a me agradar. Não sei o que aconteceu, mas comecei a ir com a cara dele, mesmo ele sendo o causador de muitas coisas durante os episódios.

     Uma surpresa surge e causa espanto em todo acampamento, deixando para trás umas das cenas mais tristes da série, apesar de não importar muito para mim essa pessoa, foi uma cena que me deixou comovido. Não tiveram tantas ações durante o episódio, mas só o valor sentimental que ele carregou, valeu pelo episódio inteiro.

     Um final não muito agradável, porém um pouco óbvio. Fiquei muito animado para começar a contar as mortes das pessoas e ver quantas faltam, me deu vontade de fazer isso durante esse episódio. E o que esperar do próximo episódio? O que será que está acontecendo na Arca que nós não sabemos?


     O quarto episódio começou e terminou com a mesma tensão e emoção.Que episódio foi esse? Meu Deus, que coisa boa ver um episódio desse jeito, com ação, romance, tensão, surpresa e muito mais.

     Desde os primeiros minutos você já tem várias surpresas, tanto com algumas ações dos personagens e também de algumas cenas. As coisas não estão indo bem na Arca, será que o plano de Abby vai dar certo?

     Esse episódio ao mesmo tempo que me deixou chocado, me deixou confuso. Eram muita coisa acontecendo em uma cena só e uma cena atrás da outra. Muitas cenas fortes e entre as pessoas do acampamento, a confusão se instaurava também. Não dava para respirar um segundo sequer.


     Uma coisa que me deixou bastante pensativo, foi o que realmente move todos no acampamento. É o medo. Eles respeitam aquele que eles temem, é praticamente a lei dos mais fortes. Mas durante o episódio foi me dando um alívio, a paz foi retornando finalmente para o acampamento.

     Uma coisa que não entendi muito bem e não foi explicado, foi como a Clarke conseguiu retirar o bracelete dela e mesmo assim, faze-lo continuar funcionando, é uma pergunta que gostaria que fosse respondida. Teve um final triste esse episódio, planos que foram feitos, acabaram não dando certo e o clima de tristeza e raiva tomam conta do final desse episódio.

     Enquanto isso, eu fico aqui pensando se ainda terá um episódio que acabe e eu não tenha vontade de ver o próximo. O que será que acontecerá na Arca? E o que acontecerá na Terra?


     Resolvi ver essa série totalmente no escuro, como geralmente faço, ou seja, descubro do que se trata, o que vai acontecer no momento exato que acontece e que estou vendo acontecer. É curta a primeira temporada e só tem 13 episódios com aproximadamente 42 minutos cada.

     O primeiro episódio é sempre aquele que nos apresenta todo o cenário onde está se passando a série e qual é a trama principal. Conhecemos Clarke, que é a protagonista da história e ela e mais 99 pessoas estão sendo mandados para a Terra. Pera, como assim? Vamos voltar um pouco a história.

     Houve uma guerra nuclear na Terra e destruiu tudo o que existia, até a humanidade. Os sobreviventes, passaram a viver na "Arca", uma estação espacial onde os abriga até a Terra estar completamente habitável. Esses jovens são mandados pra lá com esse intuito, sobreviver, saber se podem voltar para a Terra e se é um lugar seguro.


     Assim como os personagens, nós também ficamos um pouco maravilhados com essa nova Terra, pois apesar de ter bastante semelhanças, tem coisas que não existem e você fica maravilhado com isso. Ao mesmo tempo em que acontece a história na Terra, também temos a visão diretamente da Arca. O que na minha opinião, foi fantástico para se perceber o que alguns atos podem causar em um outro lugar.

     Esses jovens pareceram aprender coisas sobre o que iriam encontrar lá. Mas nem tudo é verdade, e eles estão descobrindo que maravilhas e perigos estão presentes nesse universo novo. O final desse episódio é de arrancar os cabelos, um final desesperador que te faz ir correndo ver o próximo e saber o que vai acontecer com os personagens.

     Uma coisa que me impressionou muito foi como eles conseguiram criar uma personagem que as pessoas amassem em 5 minutos, a mãe da Clarke é uma pessoa que transborda positividade e provavelmente será a solução para todos não desistirem da Terra. Foi tensão o tempo todo, tanto na Arca quanto na Terra, e acabamos sabendo que existem muito mais coisa por trás desse envio das 100 pessoas.

   
     No segundo episódio, estão atrás daquilo que perderam no primeiro e organizam uma busca para encontrar. Na Arca, as coisas não estão indo muito bem, as pessoas estão se perguntando o por que de terem mandado uma nave para a Terra e os lideres começam a discutir a questão de diminuir ou não a população naquele local.

     A comida é uma questão que está me deixando curioso nessa série. Apesar de terem saído para procurar os mantimentos no primeiro episódio, voltaram sem nada. A questão é: o que eles comem?
Não é possível que um animal consiga alimentar 100 pessoas por dias.

     Estou começando a gostar de alguns personagens que não gostava no princípio, estou vendo um lado deles que não estava vendo antes. Todos aqueles que são considerados "importantes" na série, tem uma história ou sobre o seu passado ou que aconteceu no presente que abala os sentimentos dessa pessoa.


      Clarke está se tornando uma líder dentro deles, não a visão de uma na frente dos outros, mas sim em suas atitudes. Romances começaram a fazer parte da série, nos são apresentados alguns casais que poderão vir a ser um problema aos envolvidos.

     Em comparação ao outro, foi um episódio mais parado, não nos mostrou tantas surpresas e emoções quanto era esperado. Podemos dizer que foi um episódio onde eu esperava mais. Sinceramente, eles iam entrar no território dos seres que raptaram o Jasper, esperava pelo menos um pouco de ação nisso. Mas pode ser que nem tudo que parece é, o que me faz suspeitar que talvez esses seres não sejam nada demais, apenas amigos.