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     Olá gente, tudo bem com vocês?

     Hoje vim aqui falar um pouco sobre minhas leituras em fevereiro. Vamos lá!

     Comecei o mês lendo Estudos Sobre Veneno da Maria V. Snyder. Bem, depois de uma amiga me indicar e fazer comentários positivos sobre este livro, decidi lê-lo. Particularmente, eu achei a história bem fraquinha. Não que seja ruim, mas não consegui gostar tanto assim. Em breve postarei a resenha aqui e vocês irão entender.

     Depois de conhecer Yelena Zaltana, me aventurei em mais uma história fofa do David Levithan. Garoto encontra Garoto foi a 2° melhor leitura do mês. Eu amei bastante toda a trama e principalmente a narrativa do Levithan que está mais incrível do que nunca. Recomendado!

     Logo após de me encher de açúcar, fui ler o novo livro da Sara Shepard, autora de Pretty Little Liars e The Lying Game. Ela é uma das minhas autoras prediletas ever! The Perfectionists é o primeiro livro de uma duologia e genteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, que trama ótima!!! Eu recomendo muito, muito, muito e MUITOOOOOOOO!

     Parece até sorte, mas foi uma sucessão de livros bons. Depois de conhecer a nova história da Sara Shepard, li Jogador N°1 do Ernest Cline. A Alba do Trampoline me indicou e emprestou esse livro MARAVILHOSO! Gente, de longe a melhor leitura do mês e já configura na lista de melhores da vida! Obrigado, Alba!

     Passado o surto com a história do Parzival, tive que ler Crushed, o décimo terceiro livro de Pretty Little Liars. Ai, depois de 13 livros  não tem muito o que falar, né? Mas esse tomo foi o 3° melhor da série. Como sempre, Shepard me deu um tapa na cara.

     O penúltimo deste mês foi Amy & Matthew, lançamento da Galera Record. Assim que eles anunciaram o livro e a capa, eu fiquei com uma imensa vontade de ler. Não sabia de nada da história e acabei me surpreendendo. É uma história muito linda sobre superar os desafios da vida e ai... Recomendadíssimo!

      E eu acabei fevereiro com The 100 da Kass Morgan. Para quem não sabe, a série exibida pela The CW é baseada neste livro. Eu adoro a série de TV mas o livro não colou comigo. Achei bem, bem, bem fraco. Enfim, em breve terá resenha aqui.

      Então pessoal, essas foram as minhas leituras de Fevereiro. Espero que tenham gostado! Deixem aí em baixo quais foram as leituras de vocês este mês.

      Abraços!




     Com cabelos bagunçados e olhos verdes, Noah é o garoto pelo qual Paul se apaixona.

     Um romance fora dos padrões e que não deixa a desejar, vindo a ser algo que não é tão comum na
literatura, não tanto quanto deveria ser, e Levithan deixa claro que esse não é mais um livro qualquer sobre romance e todas aquelas baboseiras clichês, vai muito além disso.

     As coisas deveriam ser simples na vida de Paul, pois ao ter uma família que lhe aceita e amigos que lhe apoiam tudo deveria ser mais fácil, mas isso só prova que ele é igual a qualquer um, e seu relacionamento com Noah não seria diferente do dos outros. Depois de se conhecerem em uma livraria e descobrirem que estudam na mesma escola, os dois passam a se ver com frequência e a desenvolver sentimentos que logo se tornarão irrelevantes diante do erro que Paul cometerá, e com a ajuda de seus amigos ele terá de fazer o possível para reconquista-lo.

     Por já ter lido Will&Will, livro escrito em parceria com John Green, já sabia um pouco pelo que esperar, entretanto David conseguiu mostrar
com mais clareza algo que não havia percebido antes, pois apesar de começar a leitura achando que seria mais um romance convencional mudando somente o fato de haver outro garoto onde normalmente há uma garota, é perceptível o valor que ele atribui a amizade fazendo em muitos pontos você parar pra pensar onde está sua lealdade.

     Os personagens são bem caracterizados e possuem detalhes excecionais, fazendo de cara você ama-los ou não, sendo assim uma leitura leve e sem rodeios. Com sentenças simples mas carregadas de sentimentos, é complicado não rir e até mesmo se emocionar com o desenrolar da história.

     Por ser um livro narrado em primeiro pessoa é extremamente difícil não se colocar na pele do personagem, ainda mais quando você se identifica tanto com ele, pois Paul me fez lembrar um pouco de quem já fui e acho que esse são os melhores tipos de histórias, quando você se perde dentro delas e então ao procurar uma forma de escapar já está tão envolvido que a única coisa que se pode fazer é torcer para que ela não acabe como a sua.